Como escolher um toca-discos? O Guia Definitivo.

Se você está pensando em comprar seu primeiro toca-discos ou quer fazer um upgrade no atual sistema mas não sabe qual caminho seguir, esse guia é para você. Neste artigo abordamos as principais características dos toca-discos que vêm se tornando cada vez mais presentes nos lares brasileiros. Falaremos também dos componentes que impactam diretamente na eficiência e durabilidade dos equipamentos e que conferem aos clássicos o status de desejáveis.



A ÁRVORE GENEALÓGICA


Toca-discos - no plural e com hífen - é o nome correto do equipamento que reproduz discos de vinil, mas são também conhecidos no Brasil pelo nome de seus antepassados: vitrola, radiola ou eletrola. Tais nomenclaturas referem-se a outros equipamentos que eram usados para a mesma finalidade desde os anos 40.


Naquela época, os discos tocavam na velocidade de 78 rotações por minuto e eram feitos de goma-laca (shellac), acetato ou baquelite, materiais mais pesados e mais frágeis que o vinil que conhecemos hoje. Esses fonogramas do passado não eram prensados como o disco de vinil, mas cunhados em um disco liso.


Foi com o surgimento da matéria-prima para prensar discos, em 1948, que surgiram os primeiros vinis de 12” e 7” e os tocadores com velocidades de 33 e 45 rotações por minutos para tais formatos, respectivamente. As vitrolas que tocavam os modernos long play e compacto eram uma evolução do gramophone e tinham esse nome porque eram produzidas pela RCA Victor.


Também ficaram conhecidas como "vitrolinhas'' as maletas portáteis que podiam ser alimentadas a pilha e levadas para qualquer lugar, já que tinham falantes integrados. São equipamentos muito simples, mas que